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PROJETO INTEGRAÇÃO: NOVA ETAPA

      Este projeto estadual é um novo passo que a RCC/PA, assume na sua ação evangelizadora. Vamos dar continuidade às experiências e conquistas do “Projeto Integração”. Há uma novidade neste novo projeto estadual: é o esforço de responder às “novas questões e necessidades” que a RCC/PA, vem enfrentando rumo à integração.

- A realidade que vivencia a RCC/PA, nos leva a buscar novos métodos adequando-os à nossa realidade. Encontramos no Pará Dioceses e Prelazias onde a RCC ainda está engatinhando enquanto outras estão mais avançados, soma-se a isso a dificuldade geográfica que influenciam, negativamente, para um integração real.
- Nas Dioceses e Prelazias onde não houve um trabalho de acompanhamento organizacional, seja no que se refere a espiritualidade, seja referente as coisas básicas de coordenação, ministérios, formação..., é necessária uma retomada neste aspecto, mas de forma intensa a qual deve ser realizada pela Diocese ou Prelazia mais próxima.

- O Estado do Pará com sua imensa área geográfica difere-se de outros Estados em vários pontos, dentre eles o transporte, o qual é dificultado pela falta de estradas e onde o mesmo é realizado por embarcações fluviais é muito demorado levando dias para se chegar a uma diocese vizinha. Outro obstáculo é o deslocamento de uma Diocese para uma outra no extremo do Estado, como exemplo, temos de Conceição a Santarém, onde não há vôo direto de uma cidade a outra, obrigando-se a aumentar o percurso da viagem o que torna inviável financeiramente, as visitas às Dioceses e Prelazias. Sem contar, com as “muralhas” as vezes levantadas pelo próprios sacerdotes, que em alguns lugares são terminantemente contra o nosso movimento, e ainda, a falta de formação de nossas lideranças.

- Mesmo diante dessa realidade, não podemos nos entregar ao desânimo. Somos impulsionados pelo Espírito Santo de Deus a buscar novos caminhos que o próprio Espírito suscita para o crescimento e desenvolvimento da RCC/PA., bem como de toda a igreja.

- Comparando-se o Estado do Pará com o Estado do Tocantins ou mesmo com o Estado de Goiás, perceberemos a disparidade no que se refere a locomoção e comunicação. (sem comentários).

- Há também o choque cultural. A imensidão desse Estado criou, naturalmente, costumes diferentes em certas regiões. Não queremos aqui levantar a bandeira de divisão do Estado politicamente, mas dividirmos responsabilidades e nos organizarmos melhor.

- Sem perdermos de vista a integração tão sonhada por todos nós, apresentamos um projeto que cremos poder alavancar, numa primeira fase a Integração Regional e conseqüentemente a Integração Estadual.

ORGANIZAÇÃO:
                                              
               O Projeto será assim organizado:
A RCC/Pa para efeito organizacional será dividida em três regiões:
Região 1 – Belém, Abaetetuba, Bragança, Pontas de Pedras, Ilha do Marajó;
Região 2 – Santarém, Itaituba, Óbidos, Xingu;
Região 3 – Conceição do Araguaia, Marabá, Cametá.

DA COORDENAÇÃO REGIONAL:

            Cada região terá a sua coordenação, a qual será eleita pelos Coordenadores Diocesanos que a integra. A referida coordenação terá autonomia para planejar e executar os seus projetos, conforme a sua realidade regional, seguindo os mesmos princípios do Conselho Estadual, com exceção ao que se refere à representatividade no Conselho Nacional. O Presidente do Conselho Regional é membro nato do Conselho Estadual. O Coordenador Regional poderá ser um dentre os coordenadores Diocesanos, complementando-se a escolha pelo o que rege o processo de eleição estabelecido no Regimento Interno do RCC/PA.

DOS MINISTÉRIOS: (Secretarias)

            Cada região terá os seus Coordenadores Regionais de Ministérios, os quais serão escolhidos pelo Presidente do Conselho Regional local, podendo os mesmos acumular as funções de Coordenador de  Ministério Diocesano e Regional, conforme a decisão da coordenação da RCC/Regional. Os referidos coordenadores atuarão com as mesmas funções estabelecidas aos Coordenadores de Ministérios Estaduais, com exceção ao que se refere à representatividade do Estado, junto ao Nacional, terão, porém, autonomia para planejar e assessorar aos Coordenadores Diocesanos de Ministérios, com os seus projetos, conforme a realidade da região e aprovação do conselho no respectivo regional. O Coordenador Regional de Ministério não integra o Conselho Estadual, e, em hipótese alguma poderão acumular as mesmas funções em três níveis.

A COORDENAÇÃO ESTADUAL

                    Para garantir a integração dos regionais e a representatividade do Estado, a Coordenação Estadual continuaria, praticamente, com as mesmas funções, sendo que, nesta proposta ela atuaria mais diretamente com os Coordenadores Regionais, o que facilitaria em muito o processo de comunicação. Com relação a representação da RCC/PA, continuaria sendo função privativa da Coordenação Estadual. Em síntese, a divisão organizacional da RCC/PA é apenas para acelerar e facilitar o desenvolvimento dos Grupos de Oração, existentes nos mais longínquos lugares deste Estado.

COORDENADORES ESTADUAIS DE MINISTÉRIOS

                   O Estado manterá os cargos de Coordenadores Estaduais de Ministérios, porém, os referidos coordenadores poderão ser escolhidos, conforme decisão da Coordenação Estadual, dentre os Coordenadores Regionais de Ministérios. Sendo orientados pelo o que rege o Regimento interno da RCC/PA. E, terão como funções básicas o acompanhamento e assessoramento dos Ministérios Regionais.Não podendo em hipótese alguma acumular as mesmas funções em ter níveis.

 

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